outubro 26, 2010
setembro 22, 2010
Como Experimentamos o Amor de Deus no Coração?
Experimentar o amor de Deus, e não apenas pensar sobre este amor, é algo que devemos desejar com todo o coração. É uma experiência de grande alegria porque nela provamos a própria realidade de Deus e de seu amor. É o fundamento de profunda e maravilhosa segurança — a segurança de que nossa esperança “não confunde” (Rm 5.5). Esta segurança nos ajuda a nos gloriarmos “na esperança da glória de Deus” (Rm 5.2); e nos conduz através das intensas provas de nossa fé.
Esta experiência do amor de Deus é a mesma para todos os crentes? Não. Se todos os crentes tivessem a mesma experiência do amor de Deus, Paulo não teria orado em favor dos crentes de Éfeso: “A fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.18,19). Ele pediu isto porque alguns (ou todos!) eram deficientes em sua experiência do amor de Deus, em Cristo. E podemos supor que não somos todos deficientes na mesma medida em que o eram os crentes de Éfeso.
Como podemos alcançar a plenitude da experiência do amor de Deus, derramado em nosso coração pelo Espírito Santo? Uma das chaves para isso é compreendermos que esta experiência não é semelhante à hipnose, ao choque elétrico, às alucinações induzidas por drogas ou uma boa medida de calafrios. Pelo contrário, tal experiência é mediada pelo conhecimento. Não é o mesmo que conhecimento, mas vem por meio deste. Expressando-o de outra maneira, esta experiência do amor de Deus é obra do Espírito Santo dando-nos gozo indizível em resposta às percepções da mente a respeito da manifestação desse amor na pessoa de Jesus Cristo. Deste modo, Cristo recebe a glória pelo gozo que desfrutamos. É um gozo naquilo que vemos nEle.
Onde você pode ver isto nas Escrituras? Considere 1 Pedro 1.8: “A quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória”. Aqui temos uma experiência de grande e indescritível gozo — um gozo além de quaisquer palavras. Não se fundamenta em uma visão física de Cristo. Está fundamentada em crer em Cristo. Ele é o foco e o conteúdo da mente neste gozo indescritível.
De fato, 1 Pedro 1.6 afirma que o gozo, em si mesmo, está “na” verdade que Pedro está declarando sobre a pessoa de Cristo — “Nisso exultais”. Ao que se refere o termo “isso”? À verdade de que:
1) em sua grande misericórdia, Deus “nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (v. 3);
2) obteremos “uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível” (v. 4); e
3) somos “guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo” (v. 5). Em tudo isso, exultamos “com alegria indizível e cheia de glória” (v. 8).
Sabemos algumas verdades. E nos regozijamos nisso! A experiência de uma alegria indizível é uma experiência mediada. Ela vem por intermédio do conhecimento de Cristo e de sua obra. Tal experiência possui um conteúdo.
Considere também Gálatas 3.5: “Aquele, pois, que vos concede o Espírito e que opera milagres entre vós, porventura, o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé?” Sabemos, com base em Romanos 5.5, que a experiência do amor de Deus acontece por meio do “Espírito Santo, que nos foi outorgado”. Mas Gálatas 3.5 nos diz que a concessão do Espírito tem conteúdo. Ela se realiza por meio da “pregação da fé”. Há duas coisas: a pregação e a fé. Existe a pregação da verdade a respeito de Cristo e a fé nessa verdade. É desta maneira que o Espírito é concedido. Ele vem por meio de conhecer e crer. A obra dEle é uma obra mediada. Tem conteúdo mental. Acautele-se de buscar o Espírito com esvaziamento de sua mente.
De modo semelhante, Romanos 15.13 afirma que o Deus da esperança nos enche com alegria e paz, “no crer”. E o crer tem conteúdo. O amor de Deus é experimentado em conhecermos e crermos em Cristo, porque Romanos 8.39 diz que o amor de Deus “está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Nada poderá “separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”.
Portanto, faça quatro coisas: olhe, ore, renuncie e desfrute.
1. Olhe para Jesus. Considere a Jesus Cristo. Medite na glória e na obra dEle, não de modo casual, e sim intencional. Pense sobre as promessas que Ele fez e assegurou por meio de sua morte e ressurreição.
2. Ore para que Deus abra seus olhos, a fim de contemplarem as maravilhas do amor dEle nestas coisas.
3. Renuncie todas as atitudes e comportamentos que contradizem esta demonstração do amor de Cristo por você.
4. Desfrute a experiência do amor de Deus derramado em seu coração, pelo Espírito Santo.
Penetrado pela Palavra, de John Piper
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maio 16, 2010
O Obreiro de Deus
E lhes fez a seguinte advertência: A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara. (Lucas 10:2)
A SEARA É GRANDE.
A primeira advertência do Senhor é em relação à seara, para alguns irmãos a seara é a igreja local, ficam disputando o púlpito, e quando eles não têm muita oportunidade, devido a um número maior de irmãos, ficam aborrecidos.
Seria muito bom lembrar que, quando lemos em Mateus 9: 38, o Senhor Jesus e seus discípulos estavam percorrendo as cidades e povoados, então fica claro que a Seara à que Senhor se refere são as multidões sem Cristo.
Observe: “Vendo Ele as multidões, compadeceu-se delas... (Mateus 9: 36).
Devemos notar que em Lucas o nosso texto está no contexto do envio dos Setenta, que foram, sim, enviados as cidades (Lucas 10:10), mas tinham que pregar nas casas (Lucas 10:5).
De toda forma entendemos que a Seara é sem duvida o mundo perdido que está diante dos nossos olhos.
Portanto os obreiros de Deus, tanto os de tempo exclusivo como os demais, precisam erguer os olhos e ver a grande necessidade da SEARA.
Quando o Senhor diz:” A SEARA É GRANDE “, será que Ele não está querendo dizer que há serviço para todos?
Irmãos quando saímos fora das quatro paredes da casa de oração, há uma imensidão de almas que precisam ser evangelizadas.
Um irmão me disse: Quando começamos a sair para as ruas para evangelizar, os problemas entre os irmãos acabaram, que bom, não verdade?
ROGAI, POIS, AO SENHOR DA SEARA.
A segunda advertência do Senhor é em relação aos obreiros.
“...Mas os trabalhadores são poucos”.
Pensamos numa lavoura que está madura para a colheita, o proprietário vai em busca de trabalhadores para colher a sua lavoura, mas, não encontra homens e mulheres com disposição para ir ao trabalho, o que vai acontecer?
Uma boa parte da sua lavoura vai se perder, por não ter trabalhadores.
Meus irmãos, quando o Senhor Jesus Cristo fala que os trabalhadores são poucos, ele não está falando literalmente da lavoura, mas, está se referindo as almas perdidas neste mundo, e que estão em risco de se perderem, isto porque nós não estamos servindo adequadamente ao nosso Senhor, somos pessoas salvas, que por um motivo ou outro nos esquivamos de fazer o trabalho de colher almas para o Reino de Deus.
ROGAI, POIS,...
Na Verdade, nós não podemos contratar trabalhadores para a obra de Deus, pois esta é uma prerrogativa do Senhor ( Mateus 20:1). No entanto o próprio Senhor pede aos seus discípulos que roguem ao Senhor da Seara por mais trabalhadores.
Sem dúvida a oração é um recurso à nossa disposição. Quando nós começamos a orar, o despertamento vem, e na maioria das vezes começa com aquele irmão ou irmã que está orando.
Eu gostaria de perguntar ao meu querido leitor, quantas vezes neste tempo que já ficou para trás, você orou para que o Senhor enviasse obreiros para sua seara?
É tão gratificante, quando vemos uma igreja local que tem vários irmãos que mesmo estando cansados de um dia de trabalho, ainda deixam os seus lares para ir levar a preciosa semente da Palavra, dentro de pouco tempo eles estarão fazendo a colheita de almas preciosas e de grande valor aos olhos de Deus.
Seria bom observarmos um detalhe nas palavras do Senhor.
MANDE TRABALHADORES...
O Senhor quer homens e mulheres que enfrentam o trabalho, e todos os que Ele chamou foram homens que no serviço secular se destacavam pela prontidão, iniciativa, coragem, estas virtudes também se destacaram quando eles estavam se dedicando ao serviço na Seara do Senhor.
Exemplos: “Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele; ele estava com a duodécima. Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele. (1 Reis 19:19).
Eliseu estava trabalhando quando o Senhor o separou para ser o sucessor de Elias, e sem dúvida esse homem foi um obreiro consagrado, um homem que desgastou a sua vida no Trabalho do Senhor.
Veja outro exemplo: Respondeu Amós e disse a Amazias: Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta, mas boieiro e colhedor de sicômoros. (Amós 7:14).
Homem simples, mas trabalhador, o tipo de pessoas que Deus precisa na sua obra, podíamos passar um bom tempo escrevendo sobre servos do Antigo Testamento, que eram trabalhadores e que foram usados de modo especial na Seara.
No novo Testamento temos homens simples como Pedro e João, homens importantes (aos olhos humanos), como Lucas o Médico, Paulo um homem de grande cultura, mas todos eles foram usados por Deus em sua Seara, porque eram humildes trabalhadores. Seria muito bom, se o povo de Deus pudesse entender isso.
Não podemos deixar de olhar para o Exemplo maior: O SENHOR JESUS CRISTO.
O escritor aos Hebreus nos deixa ver que quem iniciou a pregação do evangelho que hoje conhecemos foi o Senhor Jesus Cristo. (Hebreus 2:3).
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Faltam obreiros no campo, faltam os recursos, e nós o que vamos fazer? Que Deus em sua graça nos ajude. Amém.
Alberto E. Trinck

março 27, 2010
Páscoa - Qual o verdadeiro significado?
Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate?
E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?
A páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril. Tem sido modernamente celebrada com ovos e coelhos de chocolate com muita alegria.
O moderno ovo de páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se.
Ovos gigantescos, super decorados, era a moda das décadas de 1920 e 1930.
Mas o que é que tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo?
A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa.
Outras fontes porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito.
A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz.
À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida.
Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida.
A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.
Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate.
A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho...
O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos.
Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador."
O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.
Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?
Não tem nada a ver com ovos nem coelhos.
Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito.
A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo.
Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos - o filho mais velho seria morto.
Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa.
Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito.
Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.
Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa "passagem" "passar por cima".
Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.
A chamada páscoa cristã, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era.
Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo a terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.
A maior parte das igreja evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia.
Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos.
Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos.
Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa.
I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte: Jesus tomou o pão, "e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim.
Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha."
Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção.
O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor.
Alguns pensam, que a expressão "isso é o meu corpo" signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo.
Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo "Eu Sou a porta" (João 10:7), "Eu sou o caminho" (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta.
Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo.
Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda.
Jesus declarou: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai." ( Mateus 26:29)
Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:
1 - O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo - união - não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve...
2 - A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: "Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)
Conclusão: Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos.
Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas.
Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo.
A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra. Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras, para saber o que hoje é crendice ou tradição, estando atento, para saber o que realmente deus espera de cada um de nós.Jesus foi claro "Fazei isto em memória de mim."
Ele exemplificou tudo o que deve ser feito.
E se queremos ser salvos, precisamos seguir o que Jesus ensina e não outras tradições ou ensinamentos.
Mateus 15:9 adverte: "Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens."
Equipe Novo Tempo
http://www.jesusvoltara.com.br/atuais/pascoa_significado.html
Ginastica Espiritual
Entregue ao SENHOR todas as tuas cargas, preocupações e tristezas.
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
(Mateus. 11:28,30)
Para a Respiração
“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus”.
(Hebreus 12:14)
“O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem”.
(Romanos 12:9)
“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; Eu as conheço, e elas me seguem”.
(João 10:27)
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há, e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”.
Para a Boca
“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, por que somos membros uns dos outros”.” Não sai da vossa boca nenhuma palavra tope; e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade,e, assim, transmita graça aos que ouvem”.
(Efésios 4:25, 29)
Para o Rosto
(I Tess. 5:16)
Para as Pernas
“Não to mandei Eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andes”.
(Josué: 1:9)
Para as Mãos
“Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contendas”.
(I Timóteo 2:8)
Para o Coração
“Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”.
(I João 4:7,8 )
Depois dessa ginástica ter sido praticada diariamente, você olhará a semana que passou e só terá Alegria!
Bola de Neve Peri Alto
março 13, 2010
Quero descer
E o meu orgulho
descer comigo,
E se misturar;
Como as águas do rio,
Então subirei
Como Naamã curado.
Eu abro mão de tudo que sou,
Só pra servir-te,
Oh, meu Senhor.
Eu abro mão de tudo que sou,
só pra te adorar,
Senhor.
Senhor,
quebra o meu orgulho,
Eu quero descer e mergulhar,
Nas águas do teu amor.
Me purifica!
Eu quero ser limpo,
Como Naamã,
no teu poder.
Raquel Mello

